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Interventor diz que Gravatá deve 86milhões, bate boca entre parlamentares polêmicas em uma sessão na Câmara Municipal de Gravatá



O interventor Mário Cavalcanti foi a Câmara Municipal de Gravatá prestar esclarecimentos de contas dos 6 meses de sua administração em Gravatá.

Na sessão o interventor falou das melhorias que já teria feito e como encontrou a cidade em Novembro de 2015 quando a assumiu.

"Quando chegamos ao município, em novembro de 2015, encontramos três folhas atrasadas, muito lixo na rua e os servidores querendo fazer greve. Com uma equipe determinada, com foco e vontade para fazer a vida do gravataense melhorar, iniciamos os trabalhos para organizar a ‘casa’. Ainda temos muito o que avançar, mas, em seis meses, conseguimos desenvolver inúmeras ações que, em parceria com o Governo do Estado, foram prioritárias para melhorar a vida do povo em várias frentes. O nosso objetivo agora é continuar tratando de assuntos que alavanquem a cidade. É tempo de iniciar as entregas", destacou Mário Cavalcanti.

A sessão da última quinta-feira também teve muita polêmica protagonizada pelos Vereadores Léo Giestosa e Dona Sonia. 

Durante a sessão a Vereadora falou que deveria-se aprofundar nas investigações pois os remédios que vinham para a cidade de Gravatá eram comprados a um Vereador.
O qual a mesma não falou o nome.

O vereador Léo Giestosa prontamente indignou-se com a companheira parlamentar e afirmou que a mesma estava em um bar da cidade e que neste local chamava seus companheiros parlamentares de bandidos.

"Quero me referir a Sônia Souza, e dizer a ela que não tem falcatrua não, não tem falcatrua aqui não. Segundo, você gosta de falar muito, eu gosto do olhar nos olhos, olhe pra mim "Sônia responde" (Eu Olho Para Você), você na semana passada estava lá no Bar da Puiga, a senhora falando, chamando seus colegas de bandido, certo, se tem um bandido aqui se chama a senhora que tava roubando o dinheiro do povo de Gravatá. Devolva o dinheiro que você não merece respeito não." Respondeu o vereador Léo Giestosa durante Sessão.

O presidente da Câmera Pedro Martiniano pediu ordem na casa e respeito a presença do interventor Mário.


Ao final da sessão mais bate-boca.

A vereadora chamava Léo Giestosa de "vendedor de notas" e o mesmo rebatia dizendo que o mandato dela só iria até Dezembro.

A confusão na saída da câmera foi filmada e viralizou nos sites, portais e blogs de noticias da cidade e do estado.

 

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