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quarta-feira, 15 de julho de 2015

Racionamento de agua aumentará no Agreste



O racionamento de água será ampliado em 12 municípios do Agreste de Pernambuco. A medida foi anunciada nesta quarta-feira (15) pela Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa). O calendário deve ser divulgado nos próximos dias. De acordo com a gerente regional da companhia, Niadja Menezes, as localidades fazem parte das 15 abastecidas pelo sistema integrado de Jucazinho.

Os municípios atingidos serão Casinhas, Cumaru, Frei Miguelinho, Passira, Riacho das Almas, Salgadinho, Santa Cruz do Capibaribe, Santa Maria do Cambucá, Surubim, Toritama, Vertente do Lério e Vertentes.

Ainda segundo a gestora, Bezerros, Caruaru e Gravatá passarão a ser mantidas pela Barragem do Prata, que conta com mais de 63% da capacidade total. Bezerros e Gravatá serão supridas pelos manaciais de Brejão e Amaraji, com volume atual superior a 60%. Ela afirmou ainda que "Caruaru não vai ter um calendário drástico em relação a outras localidades, que estão há mais de 20 dias sem água nas torneiras".

 A medida foi tomada para evitar que os 12 municípios que não contam com outros reservatórios deixem de ser abastecidos na totalidade. Jucazinho está com 3,88% da capacidade total, perto do volume morto, que é quando se atinge 3% da capacidade.

"É preciso reservar esses 3% para apenas essas localidades, para aumentar o alcance em seis meses. Se a gente continuasse a tirar, essa barragem não duraria 30 dias. A nossa garantia é que durante seis meses esses locais tenham água nas torneiras. Se essas estratégias não fossem tomadas, em seis meses essas cidades ficariam totalmente sem água, dependendo apenas de carros-pipa para a distribuição", detalhou Niadja Menezes. Ela explicou também que a chuva na região não tem atingido Jucazinho.

A Agência de Águas e Clima (Apac) sinaliza previsão de chuvas abaixo da média, também segundo a gestora: “o ano passado tivemos chuva em Jucazinho no mês de novembro, então a gente torce que essas aconteçam e que, mesmo que seja um percentual mínimo, que dê uma alteração diante do quadro que a barragem vem enfrentando", afirmou Niadja Menezes.

Informações retiradas do G1

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